Köln, Koeln, Cologne, Colônia.
De vinte e cinco a pouco mais de trinta minutos - dependendo do trem - de Bonn. Cerca de 30 quilômetros. Colônia é uma cidade que pulsa, um dos melhores carnavais da Europa, a catedral mais surpreendente que vi até hoje.
Colônia, talvez devesse ser a capital da Renânia do Norte Vestifália, estado alemão que também reúne: Bonn (eita, claro!), Essen, Druisburg, Dortmund e Düsseldorf, a capital de fato. Digo isso porque Colônia é vibrante. A cidade é considerada a capital da mídia alemã, é a quarta maior da Alemanha com quase um milhão de habitantes, é altamente voltada ao comércio, turisticamente imperdível e reúne uma porrada de museus.
Não bastasse, ouvi por aqui que a Catedral só não foi destruída durante a Segunda Guerra por dois - possíveis - motivos: Ou o comandante da operação era religioso (hehe!) ou era um adorador da arte... A cidade foi severamente castigada...
Bom, fui a Colônia algumas vezes. A noite, numa mostra de cinema e num jantar. Antes, para a abertura do carnaval. Mas nunca havia visto realmente a cidade. Desta vez, foi diferente... Vai um ponto a ponto... ou quase...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Pudim!
Mais uma gastronomia... (ou quase) Experimentei cá por essas bandas (ui Geo, escapou!) uma massa achatada e açucarada, no centro creme belga. Delícia que traz o nome: Pudim!
Fiquei eu com a maior vontade de Pudimdeleitemoça! Aquele, mesmo... hummmmmmmmmmm! Do ESTADÃO! Meu vício de (quase) todo dia em Sampa! Melhor, só se vier com chantilly!...
Marcadores:
comidas,
estadão,
eu quero são paulo,
saudades
Münster
No domingo (ainda em 2008), fui bandear em Köln (Koeln, Cologne, Colônia...) e, enfim, botei meus pezinhos na catedral (Dom). Mas esse post, na realidade, é pra falar de uma outra igreja. - Sim, sim igrejas são uma paixão! - No sábado, entrei pela segunda vez na Münsterbasilika de Bonn e parecia que nunca havia estado lá...A tal igreja do século XIII, imponente como ela só, é também um mosteiro, parte esta que aos turistas nao é dado acesso. A Münster fica bem no centro de Bonn e tem ares medievais com predominância do estilo Românico. Em seu interior, obras de arte sacra barroca e uma cripta que pouco fica aberta ao público. Lá, diz-se, estão os restos dos patronos/ mártires da cidade: Cássio e Florêncio.
Antes de ir... eles pedem pra que você reze. Dá pra colar, se não ocorrer nenhum pai-nosso ou ave-maria... Aqui, versão hispânica:
"Señor, me presento ante Ti como uno de tus numerosos hijos. Lejos de toda disipación, me encomiendo a Ti. A Ti me entrego como a una mano bondadosa. No necesito hablar para que Tú me escuches. No necesito hacer recuerdo de las cosas que me faltam. Quiero sencillamente estar em tu presencia y pedir tu bendición para mí, para los mís, para todo el mundo... Amen."
Faz bem, às vezes...
Marcadores:
arquitetura,
arte,
fé,
história,
igrejas,
monumentos
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Segunda-feira.

Drops:
- Quem, diabos, cobra pelo queijo ralado para o macarrão?
Na Alemanha, quando o bar quer parecer "barato" e é tacanho, isso é possível. Trinta centavos por um DEDAL de queijo da pior qualidade... Juro, se fosse bom, teria pedido mais, mesmo que a indignação por pagar pelo complemento me tomasse de assalto.
- Experimentei outras duas cervejas: Astra e Beck´s Gold.
A primeira é feita em Hamburgo, amarguinha. Vem numa garrafa "corotinho" de 330 ml. Vale o quanto pesa, de 1,80 a 2,20 pelos bares alemães. A outra, versão de 0,5 l da Beck´s original vem, ao contrário da segunda, em uma garrafa transparente e incolor. É pouca coisa mais amarga que a de garrafa verde. Gostosinha... tá bem pago o euro e meio cobrado pelo dono do kebab no fim de noite.
- Desabafo...
Cheguei a conclusão de que gosto muito pouco das Beck´s originais. Sim, sim... Tomei muito, muito delas, mas o gosto não é o que mais me agrada. É um pouco... "doce".
- Quem, diabos, cobra pelo queijo ralado para o macarrão?
Na Alemanha, quando o bar quer parecer "barato" e é tacanho, isso é possível. Trinta centavos por um DEDAL de queijo da pior qualidade... Juro, se fosse bom, teria pedido mais, mesmo que a indignação por pagar pelo complemento me tomasse de assalto.
- Experimentei outras duas cervejas: Astra e Beck´s Gold.
A primeira é feita em Hamburgo, amarguinha. Vem numa garrafa "corotinho" de 330 ml. Vale o quanto pesa, de 1,80 a 2,20 pelos bares alemães. A outra, versão de 0,5 l da Beck´s original vem, ao contrário da segunda, em uma garrafa transparente e incolor. É pouca coisa mais amarga que a de garrafa verde. Gostosinha... tá bem pago o euro e meio cobrado pelo dono do kebab no fim de noite.
- Desabafo...
Cheguei a conclusão de que gosto muito pouco das Beck´s originais. Sim, sim... Tomei muito, muito delas, mas o gosto não é o que mais me agrada. É um pouco... "doce".
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Maybe.
Às vezes o acaso é a melhor saída.
O descompromisso, a simples certeza de que aquele é o instante que vale. Amanhã, talvez...
2009 é um ano de incertezas e, quem sabe, a vida veio me dizer isso da melhor forma essa semana. Veio me dizer que a "incerteza" desses próximos 365 dias pode ser, sim, muito, mas muito boa!
Sábado à noite eu ouvi histórias. Ouvi sobre escolhas e pessoas e o verbo é mesmo esse: Ouvi. Porque eu ouvi mais do que disse, recebi de presente um traço de vida tão doce quanto não podia esperar. Meu interlocutor falou-me de sua vida. Suas escolhas nessa terra, sua cidade no extremo norte alemão às margens do Báltico. Falou-me de amigos e de amores, do bom e do mau-humor germânico. Dos verões.
No sábado à noite eu tomei cervejas e elas me fizeram bem, serviram para fazer rir. Sábado a noite eu dancei, ri com pessoas que já fazem tão parte de mim que vai ser difícil deixar cada uma partir. Sábado.
Já não era sábado quando cruzei a ponte rumo a um mundo que parecia "de mentira". Fui a praia, sentei-me na areia, ouvi o barulho das pequenas vagas a morrer entre as pedras. O céu estava claro, havia areia nas roupas, os sapatos foram deixados de lado. Na volta, uma música, uma dança, saltitamos saltimbancos.
Amanhã, maybe.
O descompromisso, a simples certeza de que aquele é o instante que vale. Amanhã, talvez...
2009 é um ano de incertezas e, quem sabe, a vida veio me dizer isso da melhor forma essa semana. Veio me dizer que a "incerteza" desses próximos 365 dias pode ser, sim, muito, mas muito boa!
Sábado à noite eu ouvi histórias. Ouvi sobre escolhas e pessoas e o verbo é mesmo esse: Ouvi. Porque eu ouvi mais do que disse, recebi de presente um traço de vida tão doce quanto não podia esperar. Meu interlocutor falou-me de sua vida. Suas escolhas nessa terra, sua cidade no extremo norte alemão às margens do Báltico. Falou-me de amigos e de amores, do bom e do mau-humor germânico. Dos verões.
No sábado à noite eu tomei cervejas e elas me fizeram bem, serviram para fazer rir. Sábado a noite eu dancei, ri com pessoas que já fazem tão parte de mim que vai ser difícil deixar cada uma partir. Sábado.
Já não era sábado quando cruzei a ponte rumo a um mundo que parecia "de mentira". Fui a praia, sentei-me na areia, ouvi o barulho das pequenas vagas a morrer entre as pedras. O céu estava claro, havia areia nas roupas, os sapatos foram deixados de lado. Na volta, uma música, uma dança, saltitamos saltimbancos.
Amanhã, maybe.
Janelas.
Edward Hopper gosta de janelas. Eu gosto de janelas. Sempre gostei. Gostava de desenhá-las e pulá-las quando era molecota e, jovem, elas me fascinam enquanto elemento de arquitetura e em aspecto filosófico. Uma janela pode fazer uma casa simples se tornar diferente, como também pode a-ca-bar com qualquer fachada.Desde de que cheguei, as janelas me chamam a atenção, talvez porque sejam diferentes das que costumo ver por São Paulo. Arquitetonicamente, as alemãs são, em sua maioria, de vidro. Vidros amplos e lisos, há poucas com pingadeiras ou elas são, simplesmente, diferentes. Também seus parapeitos são mais largos, formando uma base interna onde mora a grande diferença dessas peças germânicas.
Em todas - ou quase todas, vá lá - janelas desse país há um quê de aconchego. Nas construções próximas ao Reno não é difícil ver vidraças que servem de base a desenhos infantis feitos com tinta guache. Muitas vezes, as figuras trazem barcos coloridos... Longe das águas uma infinidade de bibelôs, folhagens, móbiles, figuras coladas e, no natal, candelabros e luzes.
Lembro que, em uma das noites que caminhava com o pessoal da DW pela Altstadt (cidade velha), falamos sobre essa particularidade. A teoria do aconchego nasceu daí. Num país onde o frio é intenso e muito se pemanece em casa é totalmente plausível que esta seja uma forma de dialogar com o mundo de forma amena... Que esta seja uma forma de trazer "calor" pra dentro...
A primeira do ano!
A primeira postagem do ano vem ultrapassando todas as que estou devendo... Simples, não sei ao certo sobre o que eu devo escrever - e a listinha está esquecida em casa. E é tão, mais tão importante que vale a "falta de lógica cronológica"!
Hoje, segunda-feira "braba" depois de um domingão preguiçoso em que fiquei esparramada na cama a (tentar) ler minha antologia dos Beatles em alemão e que valeu um banho e uma saída de casa apenas para comer um falafel. Era a primeira coisa salgada que botava no estômago, depois de um sem número de cerejas, bolachinhas e suco de laranja com um sabor beeeeem artificial.
Antes de levantar, estiquei o braço e puxei a cortina escura para espiar a "cara do dia". Não esperava um sol magnífico às nove da matina, mas queria conferir se o gramado ainda levava a geada que permanecia irretocável há quatro ou cinco dias. Qual surpresa foi a minha ao ver todos os carros, bicicletas, telhados, folhagens e árvores totalmente brancos.
Nevava, nevava mais do que eu acreditava possível por essas bandas. Tudo estava branquiiiinho e os flocos não se continham, continuavam a cair e cair. E foi assim durante o resto de manhã. Eu, botei uma blusa grossa e um casaco, meti uma meia felpuda e duas outras mais finas, sendo uma "calça" e saí. Luvas de couro e cachecol... Precisava trocar minha passagem.
O caminho para o aeroporto entre Bonn e Colônia foi um espetáculo invernal a parte. Nos campos, viam-se algumas pessoas acompanhadas por cachorros e as casas e árvores tinham um ar natalino inconfundível.
Marquei a passagem, se nada mudar, estou em São Paulo na manhã do dia 31. Marquem o dia, vou querer festa!
Hoje, segunda-feira "braba" depois de um domingão preguiçoso em que fiquei esparramada na cama a (tentar) ler minha antologia dos Beatles em alemão e que valeu um banho e uma saída de casa apenas para comer um falafel. Era a primeira coisa salgada que botava no estômago, depois de um sem número de cerejas, bolachinhas e suco de laranja com um sabor beeeeem artificial.
Antes de levantar, estiquei o braço e puxei a cortina escura para espiar a "cara do dia". Não esperava um sol magnífico às nove da matina, mas queria conferir se o gramado ainda levava a geada que permanecia irretocável há quatro ou cinco dias. Qual surpresa foi a minha ao ver todos os carros, bicicletas, telhados, folhagens e árvores totalmente brancos.
Nevava, nevava mais do que eu acreditava possível por essas bandas. Tudo estava branquiiiinho e os flocos não se continham, continuavam a cair e cair. E foi assim durante o resto de manhã. Eu, botei uma blusa grossa e um casaco, meti uma meia felpuda e duas outras mais finas, sendo uma "calça" e saí. Luvas de couro e cachecol... Precisava trocar minha passagem.
O caminho para o aeroporto entre Bonn e Colônia foi um espetáculo invernal a parte. Nos campos, viam-se algumas pessoas acompanhadas por cachorros e as casas e árvores tinham um ar natalino inconfundível.
Marquei a passagem, se nada mudar, estou em São Paulo na manhã do dia 31. Marquem o dia, vou querer festa!
Assinar:
Postagens (Atom)