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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Pra felicidade durar...


Pra felicidade durar, há de se cultivar coisas felizes. Hehe.

A minha plantaçãozinha inclui saciar desejos latentes, como o de consumir uma daquelas bengalas de natal. Pois então, sábado, eis que eu e Julieta entramos em uma lojinha de doces. E eu me derreti por um desses pirulitos tão raros (ou seria a expressão correta: deslocados, em nosso calor tropical brasuca?!).

Saímos da loja e eu feliz da vida fui abrir a embalagem que envolvia a bengala. Quebrei o pirulito, alegria de pobre dura pouco mesmo!

(PS: Quem quiser um... eu levo!... as daqui são brancas, vermelhas e verdes.)
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Não vou lembrar o nome do dito, mas aqui, na época do natal é comum das pessoas procurarem por um calendário em que a cada dia, você abre uma portinha e encontra uma surpresa. Quase sempre, delícias de chocolate.

Uma graça!

Jostein Gaarder - o escritor de "O mundo de Sofia" - tem uma obra com o mote baseado em um calendário desses, no caso, mágico. Chama-se "O mistério de Natal".

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Foias.



Vou dizer: Essas folhas existem por aqui. Eu sei, sim, sim, ingenuidade minha pensar que não. Mas, diabos!, essas ditas na minha infância eram exclusividade do Canadá.

Deviam ser como vitórias régias, saca?!

(Por favor, biólogos de plantão, não me envergonhem ao dizer que vitórias régias também podem ser encontradas... ou que essa espécie de árvores... Eu me recolho a minha ignorância! Foi só um desabafo!)